sábado, 23 de junho de 2012

Férias coletivas e os comunicados


Muitas organizações proporcionam férias coletivas aos funcionários em datas festivas como, por exemplo, o natal e o ano novo. Infelizmente nem todos da empresa podem ter esse direito, muitos deles tem cargos onde há a exigência de presença de corpo do funcionário mesmo nessas datas. E como fazer para comunicar todos da empresa sobre as férias e ao mesmo tempo fazer com que o funcionário que não pode ser dispensado se sinta motivado a trabalhar?

Empresas grandes utilizam o comunicado interno com uma escrita clara e de fácil compreensão para alcançar seu objetivo, normalmente o comunicado vem da alta gestão (diretoria) para os colaboradores e há necessidade também de se avisar seus clientes e fornecedores. O comunicado, para os clientes, deve conter os dias em que a empresa não terá expediente e para os fornecedores além disso, quem será o responsável por responder diretamente por cada área. A alta gestão pode proporcionar aos funcionários que irão trabalhar nesse meio tempo coisas em curto prazo e coisas em longo prazo, como por exemplo, o direito a escolher a data de suas férias posteriormente, ou o direito de tirar esses dias que a empresa parou.

 Em curto prazo a empresa pode oferecer um café da manha especial, almoço diferenciado, jantar comemorativo e também oferecer lanchinhos da tarde. Além disso, pode permitir ao funcionário todos os dias vir vestido como Casual Day e a organização pode distribuir cartões e lembranças como skeezes, por exemplo. Isso fará com que o funcionário se sinta uma parte importante da empresa, gerando nele sentimento de integração e motivação. Essas são só algumas dicas do que pode ser feito e de como o aviso de férias pode ser repassado para seu público. Cada empresa irá ajustar a melhor forma de repassar isso conforme seu número de funcionários dispensados e números de dias sem expediente.


Referencias:

sábado, 16 de junho de 2012

Na hora do aperto: 5 dicas sobre o que fazer para gerenciar internamente uma crise institucional




No guarda-chuva da estratégia empresarial, a Comunicação Interna aparece como ferramenta fundamental, tanto para prevenir como para gerenciar crises. Para o jornalista Francisco Viana, colunista da Aberje, quando os problemas surgem, os laços de identidade do público interno se quebram junto com a companhia, e manter a comunicação com seus funcionários cria uma ponte de construção de confiabilidade e fidelidade capazes de gerar voz e transpor obstáculos.

É por isso que, em se tratando de crises institucionais, é preciso uma boa dose de planejamento para tomar as ações necessárias e em tempo hábil. Vejamos alguns pontos que devem ser considerados ao se desenvolver um plano de crise:


  1. Informação. Os funcionários devem ser bem informados sobre os fatos, sua evolução e como a empresa se posiciona. É importante que os colaboradores mantenham a confiança no negócio, pois são eles que conversam com clientes no dia-a-dia.
  2. Alinhamento: Pelo mesmo motivo, deve haver uma coordenação entre a maneira com que a organização reage à crise para seus stakeholders externos e internos. O posicionamento perante a mídia e a retórica interna devem ser coerentes entre si.
  3. Ouvir é tão importante quanto falar. É preciso se comprometer os grupos que estão envolvidos no sucesso do seu negócio, e isso quer dizer: diálogo! Mesmo que alguém esteja infeliz com sua empresa, é importante deixar que se expressem livremente, ouvir e aprender com a situação.
  4. Esteja disponível e posicione-se. Esconder-se pode ser uma reação instintiva, mas é certamente a pior decisão a ser tomada num momento de crise. Um posicionamento consciente evita que boatos se alastrem e impede a crise de se prolongar, prejudicando a motivação e o engajamento do seu quadro funcional.
  5. Saiba quais são suas mensagens-chave e use os instrumentos de comunicação interna. Eles são uma excelente oportunidade para reforçar os valores da empresa, que servem como âncoras nesses momentos.
 
Por último, e mais importante de todos: Invista na comunicação com seus funcionários. Eles são embaixadores da empresa, e construir uma relação de qualidade leva tempo e não é fácil. Quando uma crise acontecer, eles estarão ao seu lado e serão excelentes porta-vozes. Vale a máxima: prevenir é melhor que remediar!